A AIDS como condição crônica e o papel do Médico de Família e Comunidade e da Estratégia Saúde da Família

  • Alessandra Fátima de Mattos Santos Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).
  • Michael Deveza Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).
Palavras-chave: Integralidade, HIV, AIDS, Medicina de Família e Comunidade, Cuidado, Vínculo

Resumo

A Organização Mundial de Saúde estima que em 2007 havia 30 a 36 milhões de pessoas vivendo com o vírus HIV e 2 milhões de mortesrelacionadas à AIDS neste mesmo período. É necessário para a estratégia do enfrentamento da epidemia: conhecer áreas adscritas, buscarcuidar de forma integral de uma pessoa, considerando seu contexto familiar e comunitário, suas relações interpessoais e de trabalho. Aestratégia de saúde que preenche todos os requisitos descritos é a medicina de família e comunidade. Esperamos identificar o conceitoda integralidade enquanto ferramenta utilizada pelo médico de família e comunidade na abordagem ao paciente com HIV e AIDS. Para ocontrole da epidemia através da prevenção e adesão ao tratamento medicamentoso é necessária uma abordagem integral aos pacientesvivendo com HIV/AIDS.

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Biografia do Autor

Alessandra Fátima de Mattos Santos, Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

Residente em Medicina de Família e Comunidade do Departamento de Medicina Integral, Familiar e Comunitária do Hospital Universitário Pedro Ernesto- Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

Mais informações: Currículo Lattes - CNPq.

Michael Deveza, Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).
Mestre em Saúde Coletiva, preceptor do Departamento de Medicina Integral, Familiar e Comunitária do Hospital Universitário Pedro Ernesto- Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

Mais informações: Currículo Lattes - CNPq.

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Publicado
2012-03-26
Como Citar
Santos, A. F. de M., & Deveza, M. (2012). A AIDS como condição crônica e o papel do Médico de Família e Comunidade e da Estratégia Saúde da Família. Revista Brasileira De Medicina De Família E Comunidade, 7(22), 10-12. https://doi.org/10.5712/rbmfc7(22)172
Seção
Perspectivas