Doenças Sexualmente Transmissíveis: conhecimento, atitudes e comportamento entre os adolescentes de uma escola pública

  • Caroline Reis Gerhardt 1Médica graduada pela Universidade Luterana do Brasil, Médica ESF- Porto Alegre/RS. 2Universidade Luterana do Brasil- Professora adjunta de pediatria- mestre em Saúde Coletiva pela Universidade Luterana do Brasil. Universidade Luterana do Brasil- Professora adjunta de pediatria ? doutora em Ciências Medicas: Pediatria pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
  • Silvana Salgado Nader Universidade Lutheran of Brazil, associate professor of pediatrics at Saa master of the Collective of the Lutheran University of Brazil
  • Denise Neves Pereira Universidade Lutheran of Brazil, associate professor of pediatrics doctor in Cia-Â ª substances Medicas: Pediatrics, Federal University of Rio Grande do Sul
Palavras-chave: Doenças Sexualmente Transmissíveis, Saúde do Adolescente, Conhecimento, Identidade de Gênero, Educação Sexual

Resumo

O objetivo do trabalho foi avaliar o conhecimento de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) em adolescentes de uma escola pública, no município de Canoas, Rio Grande do Sul, comparando as diferenças e semelhanças entre os gêneros. A metodologia utilizada foi estudo descritivo, transversal, de caráter quantitativo, do tipo inquérito. A amostra foi de 221 alunos. Na análise, foram utilizados os testes o teste t-Student, qui-quadrado de Pearson ou Exato de Fisher. As análises foram realizadas no programa SPSS (Statistical Package for the Social Sciences) versão 10.0. Foram estudados 221 alunos de 7a e 8a séries. Não houve predomínio de gênero (de meninos e meninas). A média de idade foi de 14,4 ± 1,39 anos. Quanto ao conhecimento dos adolescentes sobre DSTs, 77,4% responderam que conhecem alguma DST, 20,8% não o tinham e 1,8% não responderam; as mais citadas foram Acquired Immunodeficiency Syndrome (Aids), com 91,3%, 66,7%, sífilis, e 64,3%, gonorréia. Quase totalidade da amostra (93,7%) respondeu que sabe o significado de DST, e 6,3% não sabiam. Pode-se evidenciar que a grande maioria recebe informações na escola, com 77,8%, por intermédio de agentes comunitários, com 35,1%, e por meio da televisão, com 31%. Quanto ao uso de preservativo masculino, 90,9% da amostra faz uso deste e 4,5%, não; 1,5% nunca usou. Pode-se concluir, a partir deste trabalho, que a grande maioria dos adolescentes demonstrou conhecimento adequado sobre DSTs. As meninas mostraram ter mais consciência do uso do preservativo, apontando que os meninos têm maior resistência ao seu uso. Isso mostra que há a necessidade de maior conscientização dos meninos, em relação ao uso da camisinha, o que representa, talvez, uma questão sociocultural.

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Biografia do Autor

Caroline Reis Gerhardt, 1Médica graduada pela Universidade Luterana do Brasil, Médica ESF- Porto Alegre/RS. 2Universidade Luterana do Brasil- Professora adjunta de pediatria- mestre em Saúde Coletiva pela Universidade Luterana do Brasil. Universidade Luterana do Brasil- Professora adjunta de pediatria ? doutora em Ciências Medicas: Pediatria pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

 

Universidade Luterana do Brasil- Professora adjunta de pediatria . doutora em Ciências Medicas: Pediatria pela Universidade Federal do RioGrande do Sul. 

 

 

Silvana Salgado Nader, Universidade Lutheran of Brazil, associate professor of pediatrics at Saa master of the Collective of the Lutheran University of Brazil
Universidade Lutheran of Brazil, associate professor of pediatrics at Saa master of the Collective of the Lutheran University of Brazil
Denise Neves Pereira, Universidade Lutheran of Brazil, associate professor of pediatrics doctor in Cia-Â ª substances Medicas: Pediatrics, Federal University of Rio Grande do Sul
Universidade Lutheran of Brazil, associate professor of pediatrics doctor in Cia-Â ª substances Medicas: Pediatrics, Federal University of Rio
Grande do Sul
Publicado
2008-11-17
Como Citar
Gerhardt, C. R., Nader, S. S., & Pereira, D. N. (2008). Doenças Sexualmente Transmissíveis: conhecimento, atitudes e comportamento entre os adolescentes de uma escola pública. Revista Brasileira De Medicina De Família E Comunidade, 3(12), 257-270. https://doi.org/10.5712/rbmfc3(12)362
Seção
Artigos de Pesquisa