https://www.rbmfc.org.br/rbmfc/issue/feed Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade 2019-11-04T19:00:43+00:00 Prof. Dr. Thiago Dias Sarti rbmfc@sbmfc.org.br Open Journal Systems <p>A Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (RBMFC) é um periódico revisado por pares publicado pela <a href="https://www.sbmfc.org.br/" target="_blank">Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade</a>. Os artigos são publicados de forma contínua ao longo do ano, e podem ser lidos e redistribuídos gratuitamente. Autores em potencial devem tomar conhecimento das <a href="/rbmfc/about/editorialPolicies">políticas editorias</a> da RBMFC, começando pelo <a href="/rbmfc/about/editorialPolicies#focusAndScope">foco e escopo</a> do periódico e a <a href="/rbmfc/about/editorialPolicies#sectionPolicies">política da seção pretendida</a>, facilitando a adesão às <a href="/rbmfc/about/submissions#authorGuidelines">diretrizes para autores</a>.</p><p>Atenciosamente,</p><p>Prof. Dr. Thiago Dias Sarti</p><p>Prof. Dr. Leonardo Ferreira Fontenelle</p><p> </p> https://www.rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/1963 Renovação das práticas editoriais e instruções aos autores da RBMFC a partir de 2019 2019-11-04T16:06:56+00:00 Leonardo Ferreira Fontenelle leonardof@leonardof.med.br Thiago Dias Sarti tdsarti@gmail.com <p class="Abstract">Neste editorial, são apresentadas as novas práticas editoriais e instruções aos autores que nortearão a Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (RBMFC) a partir de 2019. Com elas, a RBMFC renova seu compromisso com a publicação de trabalhos acadêmicos de qualidade para médicos de família e comunidade e outros profissionais da Atenção Primária à Saúde, contribuindo para a melhoria do cuidado à população.</p> 2019-03-06T01:30:32+00:00 Copyright (c) 2019 Leonardo Ferreira Fontenelle, Thiago Dias Sarti https://www.rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/1791 O direito ao aborto no Brasil e a implicação da Atenção Primária à Saúde 2019-11-04T16:06:57+00:00 Camila Giugliani giugli@hotmail.com Angela Ester Ruschel angelaer@gmail.com Maura Carolina Belomé da Silva maurabelome@gmail.com Melanie Noël Maia melnoelmaia@gmail.com Denize Ornelas Pereira Salvador de Oliveira denizeofp@gmail.com <p class="Abstract">Apesar dos importantes progressos ocorridos no âmbito da saúde pública no Brasil, as mortes maternas por abortos inseguros representam um desafio persistente. Por tratar-se de condição prevalente na população, a mulher que busca o serviço de saúde por questões relacionadas ao aborto deve encontrar no serviço de atenção primária uma porta de entrada segura e um espaço de diálogo aberto. Considerando que o contexto legal do Brasil é um dos mais restritivos do mundo em relação ao aborto, este texto apresenta ideias de como o(a) médico(a) de família e comunidade pode atuar frente a uma situação de gravidez indesejada, baseado na experiência de outros países, considerando os atributos da atenção primária e o código de ética médica. Por fim, a experiência do Fórum Aborto Legal RS é relatada, no intuito de compartilhar ações concretas visando à qualificação do atendimento às mulheres que recorrem a um aborto permitido por lei. Conclui-se que, no nosso meio, um primeiro passo para avançar no direito ao aborto é fazer cumprir a lei que garante a sua realização em situações específicas e que a atuação dos(as) profissionais da atenção primária na redução de danos parece ser uma estratégia chave para evitar abortos inseguros e, por consequência, reduzir a mortalidade materna.</p> 2019-02-23T11:59:31+00:00 Copyright (c) 2019 Camila Giugliani, Angela Ester Ruschel, Maura Carolina Belomé da Silva, Melanie Noël Maia, Denize Ornelas Pereira Salvador de Oliveira https://www.rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/1788 Oficina de saúde e sexualidade: Residentes de saúde promovendo educação sexual entre adolescentes de escola pública 2019-11-04T16:06:57+00:00 Iago Gonçalves Ferreira iago_goncalves14@hotmail.com Marina Piazza maripiazza18@hotmail.com Deyse Souza deysesso@hotmail.com <p class="Abstract">Objetivo: Relatar a experiência da implementação de oficinas de saúde e sexualidade por residentes de saúde da família com adolescentes do 8º ano de uma escola pública em Florianópolis. Relato de experiência: As oficinas foram organizadas sob a forma de encontros mensais, com turmas do 8º ano dos períodos matutino e vespertino, da Escola de Ensino Básico Hilda Teodoro, situada no bairro da Trindade, em Florianópolis, entre os meses de março a dezembro de 2017. Os encontros eram realizados em pequenos grupos, com 16 alunos por turma, dispostos em roda de maneira a permitir a interação e participação de todos os membros, tendo duração de 45 a 90 minutos. Durante os encontros, eram realizadas palestras, dinâmicas e rodas de conversa, estimulando a reflexão, debate e conscientização dos adolescentes acerca da importância de temas como: gravidez na adolescência, doenças sexualmente transmissíveis, orientação sexual e identidade de gênero, machismo, métodos anticoncepcionais e anatomia dos órgãos reprodutivos. Discussão: Por meio da experiência, notou-se participação ativa e ricas contribuições por parte dos adolescentes, principalmente das meninas, evidenciando interesse considerável sobre a temática da sexualidade, principalmente a gravidez na adolescência e os métodos contraceptivos. Os discursos e pontos de vista ressaltaram as mudanças em curso na sociedade brasileira, em direção à igualdade de gênero e empoderamento feminino. Conclusão: As oficinas de saúde e sexualidade desenvolvidas pelos residentes de medicina de família e comunidade e saúde da família representaram uma oportunidade ímpar de interação entre os programas de residência, as equipes de Estratégia de Saúde da Família e a comunidade, utilizando o cenário escolar como ferramenta para a promoção de saúde e empoderamento social.</p> 2019-03-06T02:08:59+00:00 Copyright (c) 2019 Iago Gonçalves Ferreira, Marina Piazza, Deyse Souza https://www.rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/1786 A utilização da atenção primária à saúde por imigrantes em Florianópolis 2019-11-04T16:06:58+00:00 Vitor Camilo Cavalcante Dattoli vdattoli@hotmail.com Donavan de Souza Lucio donavansl@gmail.com Igor Tavares da Silva Chaves igortavareschaves@gmail.com <p class="Abstract">Objetivo: Conhecer o perfil do imigrante que utiliza a atenção primária de Florianópolis. Métodos: Estudo transversal de base populacional com dados cadastrais de estrangeiros moradores de Florianópolis, que utilizaram a Atenção Primária à Saúde entre os anos de 2014 e 2016. As variáveis utilizadas foram: nacionalidade, sexo, idade, nível de escolaridade, raça, endereço de moradia e tipos de serviços utilizados. Resultados: Um total de 10.108 estrangeiros utilizaram a atenção básica em Florianópolis no período do estudo, com predomínio de adultos, brancos, com ensino médio ou superior, predominância de argentinos, uruguaios e haitianos, utilizando predominantemente serviços da farmácia e consultas médicas, distribuídos em todas unidades de saúde da capital. Houve maior nível de escolaridade e maior proporção de crianças e idosos na população provinda de países desenvolvidos, além de uma menor utilização dos serviços. Discussão: Estudo pioneiro no Brasil. O perfil dos imigrantes estudados é comparável à população de estudos europeus, com predomínio de latino-americanos e caribenhos, com faixa etária prevalecendo população economicamente ativa, utilizando consultas médicas e com alta escolaridade entre imigrantes de países desenvolvidos.</p> 2019-02-23T13:30:00+00:00 Copyright (c) 2019 Vitor Camilo Cavalcante Dattoli, Donavan de Souza Lucio, Igor Tavares da Silva Chaves https://www.rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/1795 O Acesso das Pessoas Transexuais e Travestis à Atenção Primária à Saúde: uma revisão integrativa 2019-11-04T16:06:58+00:00 Lourenço Barros de Carvalho Pereira loubcp@gmail.com Ana Cláudia Santos Chazan anachazan@gmail.com <p class="Abstract"><strong>Introdução</strong>: Travestis, transexuais e transgêneros (trans) fazem parte das minorias sexuais. São vítimas de estigmatização, discriminação e violência desde a infância, o que os leva muitas vezes à marginalização. Posto isso, se faz necessário políticas públicas que lhes forneçam condições para o exercício da cidadania. O presente trabalho apresenta os resultados de uma revisão integrativa sobre o acesso das pessoas trans aos serviços de saúde da atenção básica. <strong>Métodos</strong>: Coleta de dados realizada em dezembro de 2017 nas plataformas MEDLINE, SciELO e LILACS, utilizando os descritores em associação: transexual, transgênero ou travesti, acesso e atenção primária, atenção básica ou saúde. Os estudos deveriam ser publicados a partir de 2007 e estarem disponíveis gratuitamente. <strong>Resultados</strong>: Dos 578 estudos encontrados (incluídos as repetições) foram selecionados 6, provenientes do Brasil, EUA e África do Sul. Cinco com metodologia qualitativa e uma revisão sistemática. O acesso à Atenção Primária à Saúde (APS) por parte da população trans encontra barreiras multidimensionais. Há entraves políticos, socioeconômicos, organizacionais, técnicos e simbólicos, porém as barreiras técnicas são as mais impactantes ao acesso. <strong>Conclusão</strong>: Para que haja um acesso equitativo, livre de preconceitos e de discriminação, e cuidado pautados na empatia e compaixão, faz-se necessário incluir a temática diversidade sexual e de gênero na formação dos profissionais de saúde na graduação, na pós-graduação e, principalmente, na educação permanente daqueles implicados aos cuidados das pessoas trans. A APS, ao fazer valer seus atributos, mostra-se como o cenário ideal para o cuidado longitudinal destas pessoas.</p><p><strong><br /></strong></p> 2019-05-14T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 Lourenço Barros de Carvalho Pereira, Ana Cláudia Santos Chazan https://www.rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/1807 Saúde da população LGBT+ no contexto da atenção primária em saúde: relato de oficina realizada no internato integrado de Medicina de Família e Comunidade/Saúde Mental em uma universidade pública 2019-11-04T16:06:59+00:00 Gabriela Bueno Loria gabrielaloria@gmail.com Guilherme Martinolli Faig Canesin guilhermecanesin@gmail.com Guilherme Martins Silva guilhermems01@hotmail.com Gustavo Henrique de Oliveira Amorim gustavo.rhoa@gmail.com Julia Mendes de Melo mendesjuliamelo@gmail.com Laerte Romualdo Santos laerte.romualdo@gmail.com Larissa Fonte Dutra da Rosa larissa.dutra04@gmail.com Clarisse Rinaldi Salles de Santiago clarisserss@gmail.com Denise da Silva Mattos denimattos@gmail.com Michele Lopes Pedrosa michelelpedrosa@gmail.com Erotildes Maria Leal eroleal@gmail.com <p class="western"> </p><p class="Abstract"><strong>Introdução:</strong> A saúde da população LGBT+ apresenta particularidades e vulnerabilidades que requerem atenção diferenciada. Sensibilizar e qualificar profissionais de saúde para as necessidades dessa população é fundamental para garanti-la o direito à saúde. Os currículos das graduações em saúde, que em geral não incorporam tais questões, têm sido interrogados pelo alunado com denúncias de LGBTfobia no curso médico e reivindicação de capacitação prática. Nesse contexto, o Internato Integrado de Medicina de Família e Comunidade e Saúde Mental da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro organizou oficina sobre Saúde da População LGBT, apresentada neste artigo. <strong>Métodos:</strong> Realizada em maio de 2018, teve como público alvo internos em estágio curricular na Atenção Primária em Saúde (APS), no município do Rio de Janeiro. Sensibilizar para o tema e apresentar ferramentas úteis para o cuidado na APS, e em outros cenários, foram os objetivos. Graduandos de medicina autodeclarados LGBT+ foram convidados a assumir a condução da atividade, preparada sob orientação de professoras do internato. O protagonismo dado a esses alunos permitiu articular à expertise científica, promovida nos estudos regulares sobre o tema, a expertise experiencial. A oficina ocorreu em 4 tempos: i) sensibilização; ii) discussão de casos; iii) informação e exposição de orientações para boas práticas em saúde; iv) dúvidas e avaliação. A duração total foi de 4 horas, com metodologias ativas e participativas. <strong>Resultados:</strong> Os objetivos foram alcançados e a atividade bem avaliada em sua organização e execução. Avaliação narrativa foi realizada com alunos e professores organizadores. Os internos participantes responderam questionário online com perguntas abertas e fechadas e também avaliaram positivamente a atividade nos quesitos metodologia e conteúdo. <strong>Conclusão/Desdobramentos:</strong> A oficina foi incluída nas atividades regulares do internato. Estão em construção, com vistas a difundir esses conhecimentos a outros estudantes do curso médico e a profissionais da rede de saúde municipal, disciplina eletiva e projeto de extensão. A inclusão longitudinal do tema no currículo permanece como desafio.</p><p class="western"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;"><br /></span></span></span></p> 2019-07-16T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 Gabriela Bueno Loria, Guilherme Martinolli Faig Canesin, Guilherme Martins Silva, Gustavo Henrique de Oliveira Amorim, Julia Mendes de Melo, Laerte Romualdo Santos, Larissa Fonte Dutra da Rosa, Clarisse Rinaldi Salles de Santiago, Denise da Silva Mattos, Michele Lopes Pedrosa, Erotildes Maria Leal https://www.rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/1793 Saúde e marginalização social: suprimindo falhas curriculares 2019-11-04T16:06:59+00:00 Mariana Franco Ribeiro de Oliveira marianafr.oliveira@gmail.com João Lucas Cruz Castanho lucas.castanho@gmail.com Rodrigo Santos Custódio Oliveira rodrigo.s.oliveira@hotmail.com <span><strong>Objetivos:</strong> Ampliar a compreensão dos estudantes da saúde em relação à dinâmica social que leva à marginalização, suas particularidades clínicas e políticas públicas existentes, discutindo qual o seu papel na mudança da realidade exposta. <strong>Método:</strong> Realizou-se um estudo descritivo, do tipo relato de experiência, tendo como foco central o Curso de extensão “Saúde e Marginalização Social: expandindo perspectivas” de uma Universidade de Curitiba. O curso, com duração anual, apresentava-se com encontros mensais para discussão dos temas: o sentido da saúde e a influência da marginalização social, saúde das populações negra, indígena, LGB e TRANS, profissionais do sexo, em situação de rua e saúde mental. Em espaços organizados por alunos do curso de Medicina e supervisão docente, os convidados, pertencentes às populações em discussão, ou envolvidos em políticas públicas, demonstraram suas visões e sofrimentos e se relacionaram com a plateia, por meio de recortes históricos, relatos de vivência e descrição das dificuldades e perspectivas dentro da medicina. <strong>Resultados:</strong> Os espaços apresentaram grande adesão de estudantes, de variados cursos; houve relatos de surpresa e a afirmação de que nunca haviam presenciado esses temas em sala de aula. A maioria relatou elucidação nestas questões e a possibilidade de aplicação clínica dos conteúdos para humanização das suas práticas em saúde. Conclusão: Faz-se necessária a inclusão do tema Populações Marginalizadas nas ementas dos cursos da saúde, a fim de que as discussões representem mudanças no perfil do médico formado, seguindo as competências definidas nas DCNs e no cuidado, agora integral, ofertado aos pacientes.</span> 2019-08-15T15:01:46+00:00 Copyright (c) 2019 Mariana Franco Ribeiro de Oliveira, João Lucas Cruz Castanho, Rodrigo Santos Custódio Oliveira https://www.rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/1785 Atributos da Atenção Primária à Saúde e ferramentas de medicina de família no atendimento às diversidades sexual e de gênero: Relato de caso 2019-11-04T16:07:00+00:00 Átila Mourão Lima atila.m.lima@gmail.com Rodrigo Torres do Nascimento torresnrodrigo@gmail.com Carla Moura Cazelli carlacazelli@gmail.com Thais Gonçalves Ferrão de Carvalho thaisgferrao@gmail.com <p><strong>Objetivo:</strong> Este trabalho objetiva apresentar o médico de família e comunidade como um importante profissional na área da saúde da população de lésbicas, gays, bissexuais e transsexuais. <strong>Métodos:</strong> Relato de caso ilustrando encontro clínico e uso de ferramentas da medicina de família e comunidade. <strong>Conclusões:</strong> O médico de família consegue elaborar um projeto comum para o manejo dos problemas dessa população, que, além dos de origem biológica, compreende outros fatores que podem provocar adoecimento: o preconceito que atravessam no mero ato de sair à rua, a pressão de familiares descontentes com sua diversidade, sexual ou de gênero, a dificuldade psicológica da pessoa para se livrar dos seus próprios tabus e preconceitos para se permitir aceitar novas identidades</p> 2019-08-15T16:59:12+00:00 Copyright (c) 2019 Átila Mourão Lima, Rodrigo Torres do Nascimento, Carla Moura Cazelli, Thais Gonçalves Ferrão de Carvalho https://www.rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/1798 Fotoproteção em Agentes Comunitários de Saúde (ACS) de Belém-PA 2019-11-04T16:07:00+00:00 Claudia Marques Santa Rosa Malcher claudiaufpa@gmail.com Alan Luz Tembra alantembra@yahoo.com.br Felipe Costa Amorim fcosta1003@hotmail.com Thalles Ricardo Melo de Souza thallesric_melo@hotmail.com Monaliza dos Santos Pessoa monapessoa@gmail.com <p><!--[if gte mso 9]><xml> <o:OfficeDocumentSettings> <o:RelyOnVML/> <o:AllowPNG/> </o:OfficeDocumentSettings> </xml><![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml> <w:WordDocument> <w:View>Normal</w:View> <w:Zoom>0</w:Zoom> <w:TrackMoves/> <w:TrackFormatting/> <w:HyphenationZone>21</w:HyphenationZone> <w:PunctuationKerning/> <w:ValidateAgainstSchemas/> <w:SaveIfXMLInvalid>false</w:SaveIfXMLInvalid> <w:IgnoreMixedContent>false</w:IgnoreMixedContent> <w:AlwaysShowPlaceholderText>false</w:AlwaysShowPlaceholderText> <w:DoNotPromoteQF/> <w:LidThemeOther>PT-BR</w:LidThemeOther> <w:LidThemeAsian>X-NONE</w:LidThemeAsian> <w:LidThemeComplexScript>X-NONE</w:LidThemeComplexScript> <w:Compatibility> <w:BreakWrappedTables/> <w:SnapToGridInCell/> <w:WrapTextWithPunct/> <w:UseAsianBreakRules/> 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mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman",serif;} </style> <![endif]--><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"></strong></p><p class="Abstract">Objetivo: Avaliar a fotoproteção dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) de 5 equipes da Estratégia Saúde da Família. Métodos: A casuística consistiu em 56 ACS, os quais foram submetidos a um questionário autoaplicável com perguntas sobre os hábitos de exposição solar e os conhecimentos acerca do assunto. Resultados: Verificou-se que 48,2% dos ACS se expunham ao sol durante 2 a 6 horas entre segunda e sexta-feira e que 55,4% deles tinham exposição entre 10 e 15 horas. Além disso, 58,9% dos ACS utilizam filtros solares raramente ou nunca e, entre esses, 53,6% os aplicam com frequência inadequada. Contudo, 100% dos pesquisados relataram conhecer as consequências negativas da exposição solar. Conclusão: A fotoproteção dos ACS foi considerada inadequada, já que poucos utilizam filtros solares e os que relataram o uso do produto o faziam de maneira inapropriada. Ademais, o conhecimento sobre os riscos e as consequências da exposição solar foi considerado excelente.</p> 2019-02-11T21:36:30+00:00 Copyright (c) 2019 Claudia Marques Santa Rosa Malcher, Alan Luz Tembra, Felipe Costa Amorim, Thalles Ricardo Melo de Souza, Monaliza dos Santos Pessoa https://www.rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/1881 Telessaúde como eixo organizacional dos sistemas universais de saúde do século XXI 2019-11-04T16:07:01+00:00 Erno Harzheim eharzheim@hcpa.edu.br Patrícia Sampaio Chueiri patriciachueiri@gmail.com Roberto Nunes Umpierre rnumpierre@gmail.com Marcelo Rodrigues Gonçalves marcelorog@gmail.com Ana Célia da Silva Siqueira anacelia.siqueira@telessauders.ufrgs.br Otávio Pereira D’Avila otaviopereiradavila@gmail.com Cynthia Goulart Molina Bastos cynthia.bastos@telessauders.ufrgs.br Natan Katz natankatzmed@gmail.com Rafael Gustavo Dal Moro rgdalmoro@yahoo.com.br Luiz Felipe Telles luizfelipetellesdesign@gmail.com Carlos André Aita Schmitz carlos.aita@telessauders.ufrs.br <p class="Abstract">Novos desafios epidemiológicos e demográficos demandam novas formas de organizar os sistemas de saúde. O presente ensaio propõe a telessaúde como ferramenta organizativa, capaz de suavizar o triângulo de ferro da atenção à saúde e de facilitar a busca pelo <em>triple aim</em>, pelo seu potencial de aumento do acesso e qualidade com redução de custo. A integração da telessaúde ao processo de referência e transição entre serviços assistenciais aumenta a resolutividade da Atenção Primária à Saúde (APS), favorece a coordenação do cuidado, promove adesão terapêutica, diminui reinternações e estimula a prevenção quaternária. Este ensaio propõe a telessaúde como metasserviço que confere densidade tecnológica à APS e permite que ela se torne coordenadora efetiva do cuidado, passando a organizar o fluxo de informações, pessoas e insumos. Frente às inovações propostas, é essencial avaliar o impacto de ações já existentes de telessaúde para viabilizar a sua aplicação como metasserviço de saúde.</p> 2019-02-23T13:42:32+00:00 Copyright (c) 2019 Erno Harzheim, Patrícia Sampaio Chueiri, Roberto Nunes Umpierre, Marcelo Rodrigues Gonçalves, Ana Célia da Silva Siqueira, Otávio Pereira D’Avila, Cynthia Goulart Molina Bastos, Natan Katz, Rafael Gustavo Dal Moro, Luiz Felipe Telles, Carlos André Aita Schmitz https://www.rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/1824 Análise do estado de cobertura vacinal de crianças menores de três anos no município de Fortaleza em 2017 2019-11-04T16:07:02+00:00 Joana Angélica Paiva Maciel joanamaciel92@gmail.com Anamaria Cavalcante e Silva anamariacs2013@gmail.com Jocileide Sales Campos jocileide23@gmail.com Luciano Lima Correia correialuciano@hotmail.com Hermano Alexandre Lima Rocha hermanoalexandre@gmail.com Sabrina Gabriele Maia Oliveira Rocha sabrinagmor@gmail.com Edgar Gomes Marques Sampaio edgar.gauss@gmail.com <p class="Abstract">Objetivo: Analisar o estado atual da cobertura vacinal (CV) de crianças menores de três anos no município de Fortaleza, CE, e sua relação com a condição socioeconômica das famílias. Métodos: Pesquisa transversal de base populacional com amostragem aleatória. As informações foram obtidas por meio da aplicação de questionários e conferência de Cadernetas de Saúde quanto ao estado vacinal, bem como de dados ecológicos de desenvolvimento humano. A CV foi estimada em crianças na faixa etária de 19 a 36 meses. Resultados: Observou-se que 45,2% das crianças estudadas apresentavam-se com a CV recomendada pelo Ministério da Saúde (MS). Além disto, verificou-se fatores socioeconômicos determinantes de cobertura vacinal e que áreas descobertas de Agentes Comunitários de Saúde apresentaram pior cobertura. Conclusão: O presente estudo revela que é necessário fortalecer as ações que aumentem as cobertura vacinais no município.</p> 2019-02-23T11:46:03+00:00 Copyright (c) 2019 Joana Angélica Paiva Maciel, Anamaria Cavalcante e Silva, Jocileide Sales Campos, Luciano Lima Correia, Hermano Alexandre Lima Rocha, Sabrina Gabriele Maia Oliveira Rocha, Edgar Gomes Marques Sampaio https://www.rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/1781 Nem tudo que reluz é ouro: discutindo prevenção quaternária a partir de ditados populares 2019-11-04T16:07:03+00:00 Antônio Augusto Dall'Agnol Modesto filomedlit@yahoo.com.br <p class="Abstract">A Medicina tem convocado as pessoas a realizarem cada vez mais ações preventivas, desde medidas de pressão arterial até a aplicação de novas vacinas; entretanto, médicas e médicos de família e comunidade têm identificado riscos e limitações das ações preventivas, mostrando que nem todas elas são ética ou cientificamente justificáveis. Esse é o escopo da prevenção quaternária, que visa poupar as pessoas de sobremedicalização e procedimentos desnecessários. Vivendo em uma sociedade que prima pela alta tecnologia, onde o terror virou negócio e o autocuidado, uma obsessão, pode ser muito difícil desaconselhar a realização de algum exame ou desprescrever alguma medicação; porém, é exatamente nesse contexto que a prevenção quaternária é profundamente necessária, e a dificuldade de sua prática exige articular outros saberes e recursos além do nível de evidência ou do grau de recomendação de uma ou outra ação. As crenças em saúde são objeto de um cuidado centrado na pessoa, e muitas delas são inspiradas ou traduzidas por ditados populares. Nesse ensaio, discuto o excesso de intervenções e a prevenção quaternária a partir de alguns deles. Analisando frases como “é melhor prevenir do que remediar”, apresento os aforismos como ferramentas de compreensão da prevenção quaternária, podendo ser usados por profissionais e docentes para discutir essa prática contra-hegemônica com pacientes e estudantes. Ao articular os saberes popular e profissional, o texto contribui à competência cultural da Atenção Primária à Saúde e ajuda a produzir encontros clínicos mais harmoniosos e a promover um cuidado menos invasivo, medicalizador e danoso.</p> 2019-03-06T02:03:01+00:00 Copyright (c) 2019 Antônio Augusto Dall'Agnol Modesto https://www.rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/1864 Análise da realização da cirurgia ambulatorial na perspectiva da qualificação e resolutividade do cuidado prestado pelo médico de família e comunidade na Atenção Primária à Saúde na cidade do Rio de Janeiro 2019-11-04T16:07:03+00:00 Philipp Rosa Oliveira oliveiraphilipp@gmail.com Cesar Augusto Orazem Favoreto cesarfavoreto@globo.com <p class="Abstract">Introdução: A Estratégia de Saúde da Família, a partir de 1998, representa o modelo de organização e de qualificação da Atenção Primária à Saúde no Brasil. No município do Rio de Janeiro, nos últimos anos, ocorreu um incremento rápido na cobertura da população pelas equipes de saúde da família, com a perspectiva de desenvolvimento de uma Atenção Primária à Saúde abrangente. Nesta perspectiva surge a cirurgia ambulatorial, que tem sido incorporada muito timidamente às práticas das Unidades Básicas. Objetivos: Este artigo analisa a incorporação da cirurgia ambulatorial pelas Equipes de Saúde da Família como um dos aspectos envolvidos na ampliação da coordenação do cuidado e da resolutividade da Atenção Primária à Saúde. Métodos: Foi realizado um estudo exploratório descritivo, utilizando-se da análise dos dados da produção dos procedimentos cirúrgicos na rede de atenção básica da cidade. O estudo analisou as informações disponíveis no banco de dados denominado Carteirômetro no período de outubro de 2015 a março de 2017, além de entrevistas online com médicos de família atuantes na Estratégia de Saúde da Família. A expansão das equipes de saúde da família neste período foi acompanhada do aumento percentual dos procedimentos de cirurgia ambulatorial (63,8%). Resultados: Contudo, esta evolução representa, ainda, um tímido quantitativo de cirurgias realizadas pelo número de equipes implantadas, ou seja, cerca de 1,5 procedimento/equipe no último trimestre pesquisado. Conclusão: Entre os fatores limitadores destas intervenções, identificou-se a ausência de capacitação profissional para a execução destes procedimentos, além de estrutura física e processual inadequada das unidades de saúde.</p> 2019-03-06T02:29:06+00:00 Copyright (c) 2019 Philipp Rosa Oliveira, Cesar Augusto Orazem Favoreto https://www.rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/1900 Qualidade do cuidado: Avaliação da disponibilidade de insumos, imunobiológicos e medicamentos na Atenção Básica em município de Minas Gerais, Brasil 2019-11-04T16:07:04+00:00 Cássio de Almeida Lima cassioenf2014@gmail.com Kênia Souto Moreira keniasoutomoreira@hotmail.com Mauro Henrique Nogueira Guimarães de Abreu maurohenriqueabreu@gmail.com Davi de Melo Alvarenga Vieira davimelo_93@hotmail.com Sabrina Aparecida de Lima Mangueira sah.mangueira@gmail.com Maria Aparecida Vieira di.vieira49@gmail.com Simone de Melo Costa smelocosta@gmail.com <p><strong>Objetivo:</strong> Avaliar a Atenção Básica quanto aos insumos, imunobiológicos e medicamentos disponibilizados nos serviços de saúde da família de município de Minas Gerais, Brasil. <strong>Métodos:</strong> Trata-se de pesquisa transversal, analítica, conduzida em 2014, a partir de instrumento ministerial intitulado Autoavaliação para Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica, de equipes de saúde da família. Oito itens foram considerados, com valores entre zero a 10 pontos, da total inadequação à total adequação da Unidade Básica de Saúde (UBS), ao item avaliado. Classificaram-se as unidades em padrões de qualidade “muito insatisfatório” a “muito satisfatório” e analisou-se conforme localização rural e urbana, nível de significância p&lt;0,05. Resultados: Participaram 75 equipes, que apresentaram expressiva inadequação nos itens: UBS dispor todas as vacinas exigidas no calendário básico, 5,95 (±4,003); possuir insumos e medicamentos para abordagem inicial de urgência/emergência, 2,33 (±2,500); apresentar os medicamentos básicos com regularidade, 3,68 (±3,146). A classificação foi regular para 45,3% das unidades e insatisfatória para 29,3%, sem diferenças quanto à localização urbana ou rural (p=0,479). <strong>Conclusão:</strong> Evidenciou-se avaliação insatisfatória, com inadequações relativas às vacinas, à abordagem inicial nas situações de urgência e emergência e à disponibilidade dos medicamentos. Tal situação prejudica o elenco de ações e a resolutividade dos serviços, afetando a capacidade da equipe para atender, efetivamente, as demandas de saúde da população</p> 2019-03-27T11:41:51+00:00 Copyright (c) 2019 Cássio de Almeida Lima, Kênia Souto Moreira, Mauro Henrique Nogueira Guimarães de Abreu, Davi de Melo Alvarenga Vieira, Sabrina Aparecida de Lima Mangueira, Maria Aparecida Vieira, Simone de Melo Costa https://www.rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/1904 O SUS e as políticas sociais: Desafios contemporâneos para a atenção primária à saúde 2019-11-04T16:07:05+00:00 Welington Serra Lazarini welingtonsl@hotmail.com Francis Sodré francisodre@uol.com.br <p class="Abstract">Este artigo constitui-se em um estudo teórico, cuja premissa é a imposição feita pelo atual estágio do capitalismo aos países pobres, entre eles o Brasil, que visa flexibilizar a estruturação de suas políticas sociais, ameaçando conquistas importantes, como é o caso do Sistema Único de Saúde (SUS). Como objetivo, importou analisar as políticas sociais no Brasil no contexto do capitalismo contemporâneo, em que predomina a mais fetichizada forma do capital, qual seja, o capital portador de juros, e seus desdobramentos para o SUS. Além disso, buscou-se compreender o papel dos organismos internacionais, especialmente o Banco Mundial, neste contexto. A primeira parte apresenta uma discussão acerca da crise do Estado de Bem-Estar e da reconfiguração das políticas sociais, segundo a lógica da fase atual do capitalismo. Além disso, discute a disputa pelo fundo público e sua relevância para o processo de acumulação e expansão do capital portador de juros. A segunda parte expõe o papel estratégico dos organismos internacionais, sobretudo o Banco Mundial, como porta-voz da agenda neoliberal. Trata da influência do Banco Mundial sobre a política interna dos Estados, de modo a articular a geopolítica internacional, segundo os “interesses dos mercados”. Por fim, fazem-se alguns apontamentos para o futuro do sistema de saúde brasileiro, principalmente para a Atenção Primária à Saúde.</p> 2019-03-06T02:21:04+00:00 Copyright (c) 2019 Welington Serra Lazarini, Francis Sodré https://www.rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/1809 Infográficos para decisão compartilhada no uso de estatinas em paciente de alto risco cardiovascular 2019-11-04T16:07:05+00:00 Fernanda Karolinne Melchior Silva Pinto Fernanda_melchior@hotmail.com Jardel Correa de Oliveira jardel_coli@yahoo.com.br <p class="Abstract">Objetivos: Elaborar infográficos para decisão compartilhada sobre o benefício e risco do uso de estatinas como prevenção primária em pacientes com alto risco cardiovascular. Métodos: A partir do “<em>the NNT</em>”, que analisou o uso de estatinas para prevenção primária em pessoas de baixo risco cardiovascular a partir de meta-análises do <em>US Preventive Services Task Force</em> (USPSTF) e da Cochrane, buscou-se definir o balanço de risco e benefício dessa terapia na prevenção primária de pessoas com alto risco. Como o USPSTF e a Cochrane tinham 10 estudos primários diferentes incluídos em suas análises e populações com risco cardiovascular variável, foi realizada uma busca adicional por revisões sistemáticas e meta-análises publicadas desde a data da revisão Cochrane (dezembro de 2012) até outubro de 2017. Buscou-se no Medline via PubMed, na Biblioteca Virtual em Saúde, na Cochrane e no <em>NHS Evidence</em> por estudos de pessoas com risco cardiovascular estimado em 10 anos de mais de 10% com mais um fator de risco ou com mais de 20%, sem história de doença cardiovascular prévia, que comparassem o uso de estatina com placebo ou nenhum tratamento. Os desfechos deveriam ser a redução de doenças cardio e cerebrovasculares, da mortalidade cardiovascular ou geral e a ocorrência de eventos adversos. Resultados: Foram encontrados 225 estudos entre meta-análises e revisões sistemáticas elaboradas desde dezembro de 2012 até outubro de 2017. Foram excluídos 224 estudos por motivos diversos. Selecionou-se para elaboração do infográfico de benefícios o <em>Statins for primary prevention</em>, 2012, com população de 100% de diabéticos sem eventos cardiovasculares prévios com redução de risco absoluto (RRA) quanto a AVC fatal de 0,78 pontos percentuais/NNT 128 e Doenças Cardio/Cerebrovasculares RRA 2,6 pontos percentuais/NNT 39, cardiovascular. Quanto à redução de mortalidade geral (RR 0,79; IC95% 0,58-1,08) e revascularização (RR 0,74; IC 95% 0,55-1,00) não foi encontrada diferença estatística significante. Devido às limitações encontradas nas revisões sistemáticas avaliadas, não foi possível compilar dados, no formato de infográfico, sobre a incidência de diabetes e abandono de terapia. Assim, para elaboração da parte referente a danos, foi selecionado o ECR <em>Aspen</em>, com população de diabéticos de alto risco para desenvolvimento de eventos cardiovasculares, sem eventos prévios, quanto à mialgia com aumento do risco absoluto (ARA) de 1,43 pontos percentuais/NND 70 (RR 1,91; IC95% 1,03-3,53). Conclusão: Foi elaborado infográfico, com e sem uso de estatina, para desfechos cardiocerebrovasculares não fatais, AVC fatal, necessidade de revascularização, mortalidade geral e para ocorrência adversa de sintomas musculares. Esse instrumento pode ser utilizado na Atenção Primária durante o encontro clínico visando à tomada de decisão compartilhada, facilitando a compreensão dos riscos e benefícios do uso de estatina em pacientes de alto risco cardiovascular (RCV 10% com pelo menos um fator de risco adicional ou &gt; 20 % em 10 anos), diabéticos, nos quais a prescrição de estatina seja cogitada.</p> 2019-03-27T12:32:49+00:00 Copyright (c) 2019 Fernanda Karolinne Melchior Silva Pinto, Jardel Correa de Oliveira https://www.rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/1758 Atenção integral à saúde da população LGBT: Experiência de educação em saúde com agentes comunitários na atenção básica 2019-11-04T16:07:06+00:00 Mário Roberto Tavares Cardoso de Albuquerque mario-albuquerque@hotmail.com Nara Macedo Botelho narambotelho@gmail.com Cybelle Cristina Pereira Rodrigues cybellecpereira@gmail.com <p><strong>Objetivo:</strong> Relatar uma experiência de educação em saúde com agentes comunitários de saúde acerca da saúde da população LGBT na atenção básica. <strong>Métodos:</strong> Foi realizada uma ação de educação continuada por meio do estudo de casos escolhidos pelos agentes de saúde dentro de suas microáreas de atuação seguida de discussão em grupo e reflexão sobre as práticas vigentes. <strong>Resultados:</strong> Foram discutidos três casos apresentados pelos agentes de saúde que abordavam as temáticas de: (1) a escola e o preconceito; (2) a importância do apoio familiar e social; e (3) o papel da estratégia saúde da família e da educação em saúde. Percebeu-se que o tema permanece excluído das grandes discussões, sobretudo nas escolas médicas e na atenção básica, que é o primeiro contato do usuário com o Sistema Único de Saúde. Dessa forma, estratégias que objetivem discutir as peculiaridades da prevenção, promoção e assistência à saúde desses grupos devem ser estimuladas e reproduzidas tendo em vista uma melhor qualidade do atendimento a fim de captar esses pacientes em um ambiente favorável a práticas integrativas com respeito à diversidade sexual. <strong>Conclusão:</strong> Conclui-se que a atividade educacional realizada foi de extrema importância para desmistificar mitos e preconceitos envolvendo a saúde LGBT no cenário da atenção básica. Observou-se que após a atividade educacional os ACS se mostraram mais confiantes e sensibilizados sobre as temáticas abordadas e mudaram concepções no sentido de respeitar as decisões dos pacientes e realizar abordagem adequada para o acolhimento a esses usuários. </p> 2019-04-08T09:49:46+00:00 Copyright (c) 2019 Mário Roberto Tavares Cardoso de Albuquerque, Nara Macedo Botelho, Cybelle Cristina Pereira Rodrigues https://www.rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/1879 Análise do desempenho das Residências Médicas de Medicina de Família e Comunidade e Multiprofissional em Saúde da Família segundo os indicadores do PMAQ-AB das equipes da Atenção Primária 2019-11-04T16:07:06+00:00 Dulce Pimenta Gonçalves dulcepimentagoncalves@gmail.com Maria Clara Lélis Ramos Cardoso mariaclara12@yahoo.com.br Thatiane Lais Santos Silva thati-silva@hotmail.com Tatiana Almeida de Magalhães tatimagmoc@gmail.com Alisson Araújo alissonenf@hotmail.com <p class="Abstract"><strong>Introdução</strong>: A Residência Médica de Medicina de Família e Comunidade e a residência Multiprofissional em Saúde da Família contribuem, para além do aprendizado, à qualidade do atendimento à comunidade, e a avaliação desse processo mantém a qualidade do serviço, sendo os indicadores instrumentos que permitem planejamentos em saúde. <strong>Objetivo:</strong> Avaliar o desempenho da Residência Médica de Medicina de Família e Comunidade e residência Multiprofissional em Saúde da Família da Atenção Básica pelo monitoramento dos indicadores de qualidade do PMAQ-AB. <strong>Métodos:</strong> Realizou-se estudo transversal com análise da série histórica de dados secundários do PMAQ-AB (2011 a 2013) referentes aos indicadores do 1º e 2º ciclo das equipes com residentes e ou egressos da residência da Atenção Básica. Realizou-se análise descritiva, com frequência absoluta e relativa, e média e desvio padrão dos dados. <strong>Resultados:</strong> 38,6% das equipes no 1º ciclo e 34,66% do 2º ciclo apresentavam egressos da residência. Atendimentos de pré-natal média de 8,75 (±2,24), gestantes com pré-natal em dia, média de 91,43% (±8,91). Crianças menores de quatro meses com aleitamento exclusivo, 82,51% (±13,17) e 93,91% (±6,59) de crianças menores de um ano com vacina em dia. Pessoas com diabetes 60,27% (±16,28) e hipertensão 61,31% (±12,04). Consultas médicas por cuidado continuado/programado com média de 26,00% (±22,22). Satisfação do usuário 100% com desempenho mediano ou acima da média.<strong> Conclusão:</strong> O estudo evidenciou predominância de avaliação positiva das equipes avaliadas acerca dos indicadores da saúde da mulher, criança, produção geral e avaliação externa, porém alcançou baixo desempenho no indicador de doenças crônicas.</p> 2019-04-18T14:27:09+00:00 Copyright (c) 2019 Dulce Pimenta Gonçalves, Maria Clara Lélis Ramos Cardoso, Thatiane Lais Santos Silva, Tatiana Almeida de Magalhães, Alisson Araújo https://www.rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/1624 O Tao na Medicina de Família e Comunidade: Relações entre Acupuntura e o Método Clínico Centrado na Pessoa 2019-11-04T16:07:07+00:00 Aarão Carajás Dias dos Santos aaraocarajas@yahoo.com.br Isabel Brandão Correia brandaocorreia.isabel@gmail.com Rubens Cavalcanti Silva rubenscavalcanti@gmail.com <p class="Abstract"><strong>Objetivo</strong>: Compreender a extensão dos componentes do Método Clínico Centrado na Pessoa na prática da acupuntura a partir da percepção dos usuários. <strong>Métodos</strong>: Por meio de uma pesquisa qualitativa com grupo focal, buscou-se entender como a acupuntura faz a pessoa perceber suas experiências de saúde e doença; intensifica a percepção da pessoa enquanto ser integral; viabiliza a pessoa se sentir participante do processo de cuidado; auxilia na intensificação da relação médico-pessoa. <strong>Resultados</strong>: Emergiram temas que versavam sobre emancipação, autoconhecimento, integralidade, vínculos e afetos, que foram sistematizados nas categorias: A prática integrada do MCCP/MTC produzindo rizomas; Unidade mente-corpo no contexto do cuidado; Percepção de uma anatomia emocional e MCCP E MTC como reconfiguradoras do Circuito dos Afetos. <strong>Conclusões</strong>: O estudo reflete, a partir da percepção dos usuários, a utilização dos conhecimentos advindos de outras racionalidades para potencializar o cuidado realizado na Atenção Primária à Saúde.</p> 2019-05-14T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 Aarão Carajás Dias dos Santos, Isabel Brandão Correia, Rubens Cavalcanti Silva https://www.rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/1945 Estratégias que viabilizam o acesso aos serviços de Atenção Primária à Saúde no Reino Unido 2019-11-04T16:07:08+00:00 Armando Henrique Norman ahnorman@hotmail.com <p>Este artigo apresenta algumas características organizativas e operacionais da Atenção Primária à Saúde (APS) inglesa. Seu objetivo é evidenciar pontos relevantes no funcionamento das clínicas da APS que facilitam o equilíbrio dinâmico entre o atendimento à demanda espontânea e as ações programáticas em saúde. Ele tem como base um estudo etnográfico, realizado no Reino Unido no período de 2013/14, no qual se analisou o modelo de pagamento por desempenho no país. Os tópicos abordados incluem: (a) composição das equipes da APS inglesa; (b) organograma funcional de uma clínica de APS; (c) consulta de 10 minutos dos médicos de família e horário de funcionamento da clínica; (d) recepção; (e) equipe de enfermagem; e (f) sistema de tecnologia da informação. Cada um desses itens possui referências para as quais é possível explorar <em>websites</em> e tutoriais de modo a compreender melhor alguns aspectos das clínicas da APS inglesa. O Reino Unido profissionalizou o acesso dos pacientes aos serviços da APS. Isto ocorreu por meio de um contingente maior de pessoal administrativo, menor proporção população/médico de família, maior autonomia da equipe de enfermagem e um robusto sistema de tecnologia da informação. No Brasil, a Estratégia Saúde da Família (ESF) necessita percorrer caminho semelhante a fim de aprimorar a qualidade da APS no país.</p> 2019-08-07T12:30:59+00:00 Copyright (c) 2019 Armando Henrique Norman https://www.rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/2068 O serviço de teleconsultoria assíncrona na APS: avaliação de uso e fatores associados do Programa Telessaúde Espírito Santo entre 2012 e 2015 2019-11-04T16:07:08+00:00 Thiago Dias Sarti thiagosarti@yahoo.com.br Rodrigo Varejão Andreão rvandreao@gmail.com Cibelle Barroso de Souza cibellebarroso@hotmail.com Marcelo Queiroz Schimidt mqschimidt@gmail.com Jordano Ribeiro Celestrini jordanorc@gmail.com <strong>Introdução:</strong> As poucas avaliações de implementação de programas de telessaúde no Brasil mostram uma pequena utilização de seus serviços, devendo-se conhecer as razões disto. Objetivou-se analisar as taxas de utilização do serviço de teleconsultoria do Programa Telessaúde Espírito Santo no período de 2012 a 2015, verificando a influência de estratégias de fomento à sua utilização. <strong>Métodos:</strong> Estudo descritivo com base em dados secundários de perfil dos profissionais cadastrados e produção de teleconsultorias e webconferências. <strong>Resultados:</strong> No período analisado, foram 3076 profissionais cadastrados, sendo que 381 (12,4%) realizaram 2182 consultorias (41,4% solicitadas por enfermeiros), configurando uma utilização do serviço inferior ao seu potencial. Os dados sugerem que a utilização do serviço de teleconsultoria está associada à participação em seminários regionais (aumento de 15,5% no número de profissionais atuantes; p=0,037); que a gestão de cadastros dos profissionais tem impacto limitado; que há correlação positiva forte (r=0,73; p=0,016) entre uso de teleconsultoria e de teleducação; e que a monitoria de campo pode influenciar positivamente. <strong>Conclusão:</strong> O uso dos serviços de Telessaúde é pequeno, sendo que o foco de suas ações deva ser seu usuário final com vias a sua sustentabilidade. 2019-08-07T12:40:32+00:00 Copyright (c) 2019 Thiago Dias Sarti, Rodrigo Andreão Varejão, Cibelle Barroso de Souza, Marcelo Queiroz Schimidt, Jordano Ribeiro Celestrini https://www.rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/1907 O que leva homens a se tornar cuidadores informais: um estudo qualitativo 2019-11-04T16:07:09+00:00 Julia Horita Moherdaui juliahorita@gmail.com Carmen Luiza Correa Fernandes carmenlcfernandes@gmail.com Konrad Gutterres Soares konradgs@gmail.com <p class="Abstract"><strong>Introdução:</strong> O aumento da expectativa de vida tem levado a um aumento do número de pessoas que necessitam de cuidado, sendo a maior parte dele exercido por cuidadores informais e do sexo feminino. Entretanto, diversos estudos têm apontado um aumento no número de cuidadores masculinos. Neste contexto, este estudo pretende elencar motivações que levam homens a serem cuidadores informais. <strong>Métodos</strong>: Estudo qualitativo com entrevistas semiestruturadas, questionários sociodemográficos e questionários de Zarit em dez cuidadores homens inscritos no programa de atenção domiciliar de duas unidades de saúde de Porto Alegre. <strong>Resultados e Discussão:</strong> As motivações identificadas na prestação do cuidado foram a obrigação e a reciprocidade. A obrigação foi citada por todos os cuidadores e a falta de rede de apoio pareceu reforçá-la. A reciprocidade foi mencionada em quatro entrevistas e possuía maior correlação com o grau de parentesco “filho”. Estudos apontam que a motivação “obrigação” parece se correlacionar com maiores índices de sobrecarga, depressão e ansiedade quando comparado a um cuidado motivado pela reciprocidade. Na escala de Zarit, nenhum cuidador apresentou índice de sobrecarga severa, o que pode ter relação com uma maior procura por suporte social.<strong> Conclusão:</strong> Nota-se como é amplo e desconhecido o tema da relação da masculinidade com o papel de cuidador. Contudo, observou-se correlação entre o gênero e as motivações como obrigação e reciprocidade na prestação do cuidado, e insinua-se uma maior sobrecarga quando obrigação é o principal fator motivador.</p> 2019-10-25T16:09:08+00:00 Copyright (c) 2019 Julia Horita Moherdaui, Carmen Luiza Correa Fernandes, Konrad Gutterres Soares https://www.rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/1815 Síndrome PFAPA: Diagnóstico e Tratamento na Atenção Primária à Saúde 2019-11-04T16:07:10+00:00 Laniel Aparecido Bueno lanielbbueno@gmail.com Débora Magalhães Paiva deboramagalhaespaiva3@gmail.com Paulo Henrique Pimenta de Carvalho phporl@gmail.com <p class="Abstract">Objetivo: Apresentar informações sobre o diagnóstico e tratamento da síndrome PFAPA na Atenção Primária à Saúde. Métodos: Revisão sistemática de literatura baseada na recomendação PRISMA e realizada nas bases de dados Scielo, Lilacs, Medline, IBECS e PubMed, incluindo estudos publicados no período de 2004 a 2018, além da consulta a outros documentos específicos da síndrome PFAPA. Resultados: Após busca e seleção, foram incluídos 31 artigos. Avaliação e Diagnóstico: A síndrome PFAPA acomete principalmente crianças, sendo caracterizada por febre periódica acompanhada por faringite, estomatite aftosa e/ou adenite cervical. Seu diagnóstico é clínico e por exclusão, baseado em critérios estabelecidos. Recomendações: Os episódios costumam responder a prednisona e, em graus variáveis, a cimetidina e colchicina. Casos refratários e acompanhados de hipertrofia tonsilar são candidatos a tonsilectomia, devendo ser encaminhados à avaliação otorrinolaringológica.</p> 2019-03-18T10:15:26+00:00 Copyright (c) 2019 Laniel Aparecido Bueno, Débora Magalhães Paiva, Paulo Henrique Pimenta de Carvalho https://www.rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/2027 Desenvolvimento de um guia rápido para prática de atenção à saúde da população transgênero 2019-11-04T16:07:10+00:00 Bruna Pontes Silva bpspontes@gmail.com Anelise Alves Nunes Schons naneinha.nene@gmail.com <p class="Abstract"><strong>Problema</strong>: Os direitos fundamentais das pessoas transgênero são negados cotidianamente. Neste cenário, o preconceito age como determinante social de saúde impactando na prevalência de problemas como saúde mental e infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). O objetivo foi o desenvolvimento de um sumário de evidências para apoiar o atendimento clínico e embasar a capacitação dos profissionais da Atenção Primária de Saúde de Florianópolis - SC, a fim de melhorar os resultados de saúde dessa população. <strong>Métodos</strong>: Baseado na ferramenta PACK – interface acessível e intuitiva no modelo <em>pergunte, solicite, aconselhe e trate</em> – já implementada no município de Florianópolis. O método de revisão rápida foi utilizado para busca de evidência, priorizando sumários de prática clínica e protocolos internacionais. Fontes primárias foram utilizadas quando os dados anteriores eram insuficientes ou conflitantes. As perguntas de pesquisa seguiram o acrônimo PICO e a recomendação foi classificada de acordo com a adaptação GRADE do <em>Center of Excellence for Transegender Health</em>. <strong>Resultados</strong>: Foi criado o Guia Rápido para Prática de Atenção à Saúde da População Transgênero aos moldes do PACK Brasil. O mesmo aguarda aprovação do PACK Brasil e do Ambulatório de Atenção Integral à População Transexual de Florianópolis para futura incorporação do material. <strong>Conclusão</strong>: Apesar da falta de evidência de qualidade e estudos voltados para a população específica, a existência de diretrizes nesse campo legitima a necessidade de atenção à saúde transgênero, além de auxiliar profissionais de saúde e formuladores de políticas sobre como atender a essas necessidades. Na perspectiva de redução de danos, devemos transpor a barreira do estigma social e institucional para produção de diretrizes consensuais em busca de equidade para população transgênero.</p> 2019-09-03T12:01:40+00:00 Copyright (c) 2019 Bruna Pontes Silva, Anelise Alves Nunes Schons https://www.rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/1922 Bacteriúria assintomática na gravidez de baixo risco – qual a evidência do seu tratamento? 2019-11-04T16:07:11+00:00 Cátia Sofia Leocádio Cordeiro catiacordeironr15@gmail.com Ana Isabel Ribeiro anaicribeiro84@gmail.com Luís Filipe Cavadas luisfilipemcavadas@gmail.com <p class="Abstract">A bacteriúria assintomática (BUA) tem estado associada a aumento do risco de pielonefrite materna e parto pré-termo. As normas de orientação clínica internacionais recomendam a sua pesquisa e tratamento durante a gravidez. No entanto, os benefícios e riscos da sua pesquisa e tratamento não são consensuais. Esta revisão tem por objetivo analisar a evidência disponível quanto à influência do tratamento da BUA na morbimortalidade materna e fetal. Os autores realizaram pesquisa na base de dados MEDLINE e sites de Medicina Baseada na Evidência, de revisões baseadas na evidência, normas de orientação clínica, meta-análises, revisões sistemáticas e ensaios clínicos controlados e aleatorizados, utilizando os termos MeSH: <em>Bacteriuria</em> e <em>Pregnancy</em>, de artigos publicados entre janeiro de 2008 e maio de 2018, em Inglês, Francês, Espanhol e Português. Para avaliação dos níveis de evidência e atribuição de forças de recomendação, foi utilizada a escala <em>Strength of Recommendation Taxonomy</em> (SORT) da <em>American Family Physician</em>. Foram identificados 136 artigos, dos quais 10 cumpriam critérios de inclusão. A evidência existente, maioria baseada em estudos antigos com importantes limitações metodológicas, não permite concluir de forma clara se o tratamento da BUA influencia positivamente a morbimortalidade materna e fetal, no entanto dados recentes apontam para ausência de benefício com o tratamento da BUA em gravidezes únicas de baixo risco (Força de recomendação B), o que questiona a prática clínica corrente. Para colmatar as limitações dos estudos encontrados, são necessários estudos controlados, aleatorizados, de elevada qualidade e maior dimensão que avaliem a influência do tratamento da BUA na morbimortalidade materna e fetal.</p> 2019-10-25T16:42:24+00:00 Copyright (c) 2019 Cátia Sofia Leocádio Cordeiro, Ana Isabel Ribeiro, Luís Filipe Cavadas https://www.rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/1917 Entamoeba histolytica como causa de diarreia crônica 2019-11-04T16:07:12+00:00 Andreia Alves de Castro andreiapatricia.castro@gmail.com Filipe Bacalhau filipebac75@hotmail.com Francisco Ferreira e Silva ferreiraesilva91@gmail.com Catarina Avillez catarina.avillez@hotmail.com João Batalheiro jmsbatalheiro@hotmail.com <p>A diarreia crônica, caracterizada pela presença de mais de três dejeções de consistência pastosa durante pelo menos quatro semanas, é frequentemente encontrada na prática clínica. Na diarreia crônica, a probabilidade de uma etiologia infecciosa é baixa, sendo as causas funcionais, inflamatórias, osmóticas ou secretórias mais comuns. A amebíase intestinal é uma causa de diarreia crônica, causada pelo protozoário Entamoeba histolytica, sendo comum e prevalente em países em desenvolvimento. Pode ter várias formas de apresentação, sendo na maioria dos casos assintomática. Apresenta-se o caso clínico de um paciente de 27 anos, sexo masculino, raça caucasiana, homem que pratica sexo com homens (HSH), com diarreia crônica com início há cerca de seis anos. O exame objetivo não revelava alterações. Realizou exame parasitológico de fezes, com isolamento de quistos de Entamoeba histolytica. Foi medicado com metronidazol e paromomicina com resolução clínica do quadro. É importante para o Médico de Família equacionar esta etiologia na investigação de pacientes com diarreia, para um correto e atempado diagnóstico e tratamento, de modo a evitar exames desnecessários, possíveis complicações, a transmissão<br />do agente e um grave problema de saúde pública.</p> 2019-04-08T09:50:17+00:00 Copyright (c) 2019 Andreia Alves de Castro, Filipe Bacalhau, Francisco Ferreira e Silva, Catarina Avillez, João Batalheiro https://www.rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/1707 Condutas em Atenção Primária: desenvolvendo um sumário online, em português, de prática clínica baseada em evidências 2019-11-04T16:07:13+00:00 Donavan de Souza Lúcio donavanlucio@gmail.com Diogo Luis Scalco dscalco@gmail.com <p class="Abstract">Introdução: Embora existam internacionalmente diversos sumários <em>online</em> baseados em evidências, a maioria é de língua inglesa, pago ou com restrições de acesso internacional. Desta forma, estamos desenvolvendo um sumário de prática clínica baseado em evidências, em português, gratuito, transparente e livre de insumos da indústria farmacêutica. Métodos: Selecionamos 28 tópicos para a primeira fase do projeto. Estes tópicos compõem problemas que abrangem 50% da demanda em atenção primária, são desenvolvidos sob a metodologia de revisões rápidas e submetidos à revisão por pares. A busca por evidência é realizada de forma discricionária, dando preferência às revisões sistemáticas. O <em>website</em> é financiado pelos autores, os quais não possuem conflitos de interesse. O conteúdo do site está sob licença <em>Creative Commons</em> BY-NC-SA. Resultados: Criamos um manual para o desenvolvimento dos tópicos e o site www.condutas.com.br está disponível para acesso, com três tópicos desenvolvidos: resfriado comum, hipertensão arterial e pré-natal. Conclusão: O Condutas em Atenção Primária possui qualidade editorial e metodologia baseada em evidências adequada, se comparada a outros sumários <em>online</em>, o que é um avanço para a prática clínica nacional. Seu perfil inovador democratiza o acesso a informações atuais, consistentes e diversas, antes restritas ao leitor de língua inglesa, contudo, ao mesmo tempo enfrenta as limitações por seu pioneirismo e inerente amadorismo.</p> 2019-03-16T22:25:50+00:00 Copyright (c) 2019 Donavan de Souza Lúcio, Diogo Luis Scalco https://www.rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/1710 Reorganização do modelo de atenção às pessoas vivendo com HIV: A experiência do município de Florianópolis/SC 2019-11-04T16:07:13+00:00 Vitor Menoita Pinto menoitapi@gmail.com Nuno de Mattos Capeletti nuno_mattos@hotmail.com <p class="Abstract"><strong>Introdução:</strong> O Médico de Família e Comunidade tem como função cuidar dos agravos mais comuns em seu território adstrito e coordenar o cuidado dos usuários. A infecção pelo vírus da imunodeficiêcia humana, por ser uma condição comum em várias populações e comunidades, deve ser uma doença de interesse deste profissional. <strong>Métodos:</strong> Trata-se de estudo descritivo, relato de experiência, vivenciado por preceptor e residente no município de Florianópolis. Resultados: O presente artigo pretende discutir a reorganização do atendimento às pessoas vivendo com o vírus e a importância da atenção primária na aplicação de diferentes abordagens preventivas e na construção da meta 90-90-90. <strong>Conclusão:</strong> A busca da descentralização no cuidado desta população mostra-se como uma grande potencialidade local para o cumprimento do objetivo de melhorar os indicadores de controle da doença, destacando-se fatores locais como a rede de atenção primária estruturada, a gestão eficiente e a busca da qualificação profissional.</p> 2019-03-27T11:26:41+00:00 Copyright (c) 2019 Vitor Menoita Pinto, Nuno de Mattos Capeletti https://www.rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/1818 Ferramenta para avaliação e gestão da visita domiciliar na atenção primária à saúde: um relato de experiência 2019-11-04T16:07:14+00:00 Juliana Viana Pinheiro juliana_vpinheiro@hotmail.com Marco Túlio Aguiar Mourão Ribeiro marcotuliomfc@gmail.com Tatiana Monteiro Fiuza tatitatimfc@gmail.com Renan Magalhaes Montenegro Junior renanmmj@gmail.com <p class="Abstract"><strong>Introdução</strong>: A visita domiciliar permite ao profissional de saúde romper com o modelo centrado na doença, voltando-se para uma abordagem centrada no indivíduo. No entanto, observa-se uma grande deficiência na organização e gestão destas, o que muitas vezes dificulta a priorização mais adequada destes pacientes. <strong>Objetivo</strong>: Apresentar a experiência de uma equipe ao utilizar uma nova ferramenta para avaliação e classificação de risco que visa otimizar a gestão da agenda das visitas domiciliares. <strong>Métodos</strong>: Trata-se de um relato de experiência de uma equipe de saúde da família, na periferia de uma capital no Nordeste do Brasil, que aplicou esta ferramenta aos pacientes de visita domiciliar entre os meses de junho e novembro de 2017. <strong>Resultados</strong>: Os dados coletados foram analisados, sendo possível classificar os pacientes quanto ao risco e vulnerabilidade. Esta ferramenta favoreceu o fortalecimento e estruturação do registro, planejamento, avaliação e monitoramento das visitas realizadas nos território. Além disso, deve ser ressaltada sua fácil aplicação e a reprodutibilidade em diferentes cenários da atenção primária. <strong>Conclusão</strong>: O uso de instrumentos adequados permite identificar pacientes em situação de risco e vulnerabilidade, além de possibilitar a organização da agenda, a identificação das necessidades das pessoas, o acompanhamento das doenças crônicas, propor estratégias, e planejar intervenções futuras.</p> 2019-05-14T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 Juliana Viana Pinheiro, Marco Túlio Aguiar Mourão Ribeiro, Tatiana Monteiro Fiuza, Renan Magalhaes Montenegro Junior https://www.rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/2003 Teledermatologia: uma interface entre a atenção primária e atenção especializada em Florianópolis 2019-11-04T16:07:14+00:00 Iago Gonçalves Ferreira iago_goncalves14@hotmail.com Dannielle Fernandes Godoi dannigodoi@gmail.com Elaine Regina Perugini erperugini@yahoo.com André de Bastiani Lancini andrelancini@gmail.com Ronaldo Zonta ronaldozonta@gmail.com <p><strong>Introdução</strong>: A aplicação do telediagnóstico em dermatologia pode apresentar diversos benefícios como a redução do tempo de espera para consultas com especialistas focais, triagem de doenças graves - principalmente neoplasias - e educação permanente de profissionais. <strong>Objetivo:</strong> Relatar a experiência da implantação do serviço de teledermatologia no município de Florianópolis - Santa Catarina - e o impacto inicial do processo no acesso e qualificação da assistência aos pacientes com afecções dermatológicas. <strong>Métodos</strong>: Estudo observacional, transversal e descritivo. Foram utilizados dados do sistema de prontuário eletrônico municipal, base de dados da plataforma Telessaúde-SC e documentos públicos institucionais da Secretaria Municipal de Saúde de Florianópolis entre os anos de 2013 e 2017. <strong>Resultados</strong>: O serviço de teledermatologia foi implementado no município de Florianópolis em 2015, por meio da adesão ao Sistema Integrado Catarinense de Telemedicina e Telessaúde. O processo de adequação ocorreu por meio da aquisição de equipamentos, adaptações na infraestrutura e capacitações de servidores. No período analisado, verificou-se redução de 52,6% na taxa de encaminhamentos para dermatologia, com expressiva diminuição no tempo de espera para consulta de cerca de 3 anos, em 2013 e 2014, para 20 dias em 2017. Nota-se tendência à qualificação dos encaminhamentos ao serviço, com redução nos laudos emitidos com classificação azul, manejados na APS, e aumento de laudos com classificação amarela, referenciados para dermatologia. <strong>Conclusão</strong>: A implantação da teledermatologia em Florianópolis representou um grande avanço para o processo de integração entre a Atenção Primária à Saúde e Atenção Especializada, contribuindo para a redução nas filas de espera e na qualificação dos encaminhamentos, com potencial para o aprimoramento da coordenação do cuidado e educação continuada dos profissionais.<br /><strong></strong></p> 2019-05-14T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 Iago Gonçalves Ferreira, Dannielle Fernandes Godoi, Elaine Regina Perugini, André de Bastiani Lancini, Ronaldo Zonta https://www.rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/1759 "Projeto NotasL@cas". Dando cor à Literatura Gris 2019-11-04T16:07:15+00:00 Miguel Pizzanelli Báez miguelpizzanelli@gmail.com Marc Jamoulle mar.jamoulle@gmail.com <p class="Abstract">Compartilhar os resultados da pesquisa e da produção científica é crucial para a sobrevivência e o desenvolvimento de todas as disciplinas. A informação de saúde está se tornando incerta e poderosos interesses econômicos que alteram informações médicas causaram uma perda de credibilidade. O projeto M@dNotes (em espanhol NotasL@cas) é o resultado de uma rede de conhecimento internacional colaborativa sem fins lucrativos de estudantes, médicos de família e comunidade e trabalhadores de saúde. Um dos objetivos dessa rede é discutir a validade das informações disponíveis sobre questões sensíveis e construir uma rede de troca de conhecimento dentro de uma comunidade de prática. O objetivo do projeto é compartilhar diferentes materiais excluídos da publicação acadêmica tradicional e dos canais de distribuição comercial: artigos monográficos, comentários sobre artigos, pesquisas de referências. Muitos desses materiais resultantes do processo de aprendizagem atingem um nível adequado de qualidade, porque foram submetidos à revisão por pares ou foram julgados por um comitê científico para obter aprovação. A plataforma inclui um método de indexação (Q-Codes e CIAP-2) para gerenciar e permitir a recuperação de materiais recebidos. O projeto fornece uma ferramenta específica para carregar e compartilhar os documentos. Um web blog é a interfase de difusão amigável e para compartilhar e recuperar os documentos disponíveis nesta rede. Através de uma instalação na nuvem, é possível acessar um arquivo Excel com todos os materiais compartilhados, os códigos atribuídos e o hiperlink para obter o arquivo pdf correspondente para cada material.</p> 2019-07-04T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 Miguel Pizzanelli Báez, Marc Jamoulle https://www.rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/1816 Programa de intervenção comunitária: “A outra face do cuidar” 2019-11-04T16:07:16+00:00 Mafalda Ferreira Gonçalves mafaldaferreiragoncalves@gmail.com Antonieta Barbosa ab.usf.anta@gmail.com Carla Carneiro carneirocarla1@gmail.com Helena Milheiro hm.usf.anta@gmail.com Isabel Breda ib.usfanta@gmail.com Isabel Melo isabel.joao.melo@gmail.com Joana Rita Mendes joanaritamendes@gmail.com Odília Godinho odiliagodinho@gmail.com Paula Varandas pv.usf.anta@gmail.com <p class="Abstract"><strong>Introdução:</strong> O cuidador informal (CI) presta cuidados a pessoas dependentes, não sendo recompensado economicamente. São inúmeros os fatores de estresse inerentes à tarefa de cuidar, com consequente desgaste físico e emocional. Estudos indicam que as abordagens que englobam a realização de atividade física apresentam um impacto positivo na diminuição da depressão, estresse, raiva e sobrecarga apresentados pelo CI.<strong> Objetivo:</strong> Reduzir a sobrecarga do CI, com vista à capacitação da tarefa de cuidar, pela aquisição de ferramentas na gestão da sobrecarga. <strong>Métodos:</strong> De uma listagem de 90 utentes com a codificação “demência” e 50 com “atraso mental” realizou-se o diagnóstico de situação através da aplicação da escala de Zarit que avalia a sobrecarga dos CI. Destes, 13 mostraram interesse em participar na intervenção, que consistiu em sessões de educação para a saúde, sessões de yoga e dinamização de um grupo de apoio. Foi avaliado o grau de sobrecarga dos participantes e a sua satisfação. <strong>Resultados:</strong> Os CI eram maioritariamente mulheres (92%), com idade média de 62 anos. Foram realizadas 100% das sessões previstas, com 23% de desistência dos participantes. A sobrecarga moderada a severa ou severa diminuiu de 92.3% para 60% no final da intervenção. Todos os CI classificaram o projeto como “bom” ou “muito bom”. <strong>Discussão:</strong> O projeto cumpriu a planificação inicial, tendo-se verificado uma diminuição do grau de sobrecarga do CI como evidenciado em outros estudos. Destaca-se como limitação a dificuldade do CI na realização de outras atividades além de cuidar do seu dependente. <strong>Conclusão:</strong> A intervenção teve um impacto positivo nos CI, tendo cumprido os objetivos inicialmente propostos. A equipa de saúde deu continuidade a este projeto através de uma parceria com uma cooperativa de solidariedade social local.</p> 2019-11-04T15:36:48+00:00 Copyright (c) 2019 Mafalda Ferreira Gonçalves, Antonieta Barbosa, Carla Carneiro, Helena Milheiro, Isabel Breda, Isabel Melo, Joana Rita Mendes, Odília Godinho, Paula Varandas https://www.rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/1992 Saúde planetária: conclamação para a ação dos médicos de família de todo o mundo 2019-11-04T16:07:17+00:00 Mayara Floss mayarafloss@hotmail.com Enrique Falceto Barros enriquefbarros@gmail.com <p class="Abstract">A WONCA, em conjunto com a Planetary Health Alliance, lançou uma conclamação para a ação dos MFCs do mundo pela saúde planetária. Este comentário discute os efeitos das mudanças ambientais e a conclamação em relação o papel do médico de família na perspectiva da saúde planetária.</p> 2019-03-01T17:46:02+00:00 Copyright (c) 2019 Mayara Floss, Enrique Falceto Barros https://www.rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/1899 Carta de Porto Alegre sobre Saúde Planetária (1º Simpósio Internacional de Saúde Planetária, Porto Alegre, 2017) 2019-11-04T16:07:18+00:00 Sergio Antonio Sirena sergiosirena@hotmail.com Julio Baldisserotto sergiosirena@hotmail.com Airton Tetelbon Stein airton.stein@gmail.com Carlos Dora sergiosirena@hotmail.com Enrique Barros enriquefbarros@gmail.com Geraldo Pereira Jotz sergiosirena@hotmail.com Os participantes do 1º Simpósio Internacional de Saúde Planetária, reunidos em Porto Alegre, propõem que se dissemine a discussão do tema e se articule a resposta e a contribuição do sistema de saúde aos crescentes desafios que enfrenta a saúde da população decorrentes da mudança climática, poluição, redução da biodiversidade e outros fatores ambientais 2019-04-18T14:43:14+00:00 Copyright (c) 2019 Sergio Antonio Sirena, Julio Baldisserotto, Airton Tetelbon Stein, Carlos Dora, Enrique Barros, Geraldo Pereira Jotz https://www.rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/2162 Programa Médicos pelo Brasil: inovação ou continuidade? 2019-11-04T16:07:18+00:00 Alexandre José de Melo Neto halemao_jp@hotmail.com Danyella da Silva Barreto dany_barreto@yahoo.com.br <p class="Abstract">Apesar do lançamento do Programa Médicos pelo Brasil (PMB) alardear a ideia de inovação, este artigo evidencia o processo de continuidade do programa atual em relação ao Programa Mais Médicos (PMM). O PMB se estrutura nos acertos do PMM para montar o seu arcabouço de funcionamento e tenta superar problemas existentes no programa anterior. A principal proposta do PMB é a carreira médica para atuação na Atenção Primária à Saúde (APS), sem, no entanto, apresentar outros elementos importantes para a fixação profissional. Desta forma, apresenta-se como uma política mais frágil que seu antecessor, com foco apenas no provimento de médicos, correndo o risco de não atingir os objetivos a que se propôs enquanto política pública. Além disso, através da proposta de criação da Agência para o Desenvolvimento da Atenção Primária à Saúde (Adaps), o programa abre margem para a privatização dos serviços de APS e do Sistema Único de Saúde como um todo.</p> 2019-08-26T14:52:28+00:00 Copyright (c) 2019 Alexandre José de Melo Neto, Danyella da Silva Barreto https://www.rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/1847 Resgate das relações abusivas em que nos encontramos: uma questão de prevenção quinquenária 2019-11-04T16:07:19+00:00 José Agostinho Santos zeagostinho@hotmail.com <p class="Abstract">O conceito da prevenção quinquenária coloca a qualidade de vida dos profissionais na perspectiva dos cuidados prestados ao paciente. Os dados relativos à prevalência da síndrome de burnout entre os profissionais de saúde têm sido considerados preocupantes. Este artigo coloca a possibilidade de a condição-base essencial para o surgimento do <em>burnout</em> ser a integração em relações abusivas, isto é, relações caracterizadas por desigualdade entre os dois polos e em que não há oportunidade para os profissionais ativarem os seus papéis de expressão, criatividade, reconhecimento ou autoconhecimento em cada momento. Profissionais que se conhecem, reconhecidos, que expressam livremente as suas ideias e necessidades serão, provavelmente, profissionais que tomarão decisões mais assertivas, ponderadas e com menos erros no cuidado do próximo.</p> 2019-09-03T11:47:11+00:00 Copyright (c) 2019 José Agostinho Santos https://www.rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/2180 Médicos pelo Brasil e as políticas de saúde para a Estratégia Saúde da Família de 1994 a 2019: caminhos e descaminhos da Atenção Primária no Brasil 2019-11-04T16:07:19+00:00 Maria Inez Padula Anderson inezpadula@yahoo.com.br <p class="Abstract">No dia 1 de agosto de 2019, o presidente Bolsonaro e seu Ministro da Saúde lançam o <em>Programa Médicos pelo Brasil</em> como aquele que, segundo os mesmos, substituirá o <em>Programa Mais Médicos</em>. O propósito deste artigo é contribuir para uma análise desta mais recente proposta de política de saúde no âmbito da Atenção Primária à Saúde no contexto do Mais Médicos e das demais políticas de desenvolvimento e qualificação da ESF no país no período de 1994 a 2019.</p><p> </p> 2019-10-01T11:27:19+00:00 Copyright (c) 2019 Maria Inez Padula Anderson https://www.rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/1897 Do saber ao ser: reflexões sobre a formação do médico de família e comunidade em serviço territorial de base comunitária 2019-11-04T16:07:19+00:00 André Cordeiro Marques acmmfc@gmail.com <p class="Abstract"><strong>Objetivos</strong>: O presente estudo buscou a partir das reflexões sobre o processo de execução e manutenção de um grupo para a promoção de saúde em uma unidade de atenção primária em saúde no município de Fortaleza, CE, sistematizar a experiência de organização, execução e manutenção de um grupo para a promoção da saúde em uma unidade de atenção primária em saúde no município de Fortaleza, CE correlacionando a experiência do processo grupal com os referenciais teóricos da Atenção Primária em Saúde (APS) e da Abordagem Sistêmica Comunitária (ASC), apontar desafios e potencialidades dessa abordagem no contexto da APS e seu potencial impacto sobre a saúde das comunidades e sobre a formação de especialistas em Medicina de Família e Comunidade. <strong>Métodos:</strong> Utilizou-se uma metodologia de sistematização de experiências em diálogo com as narrativas autobiográficas e o círculo de cultura. <strong>Resultados:</strong> A recuperação do processo vivido evidenciou o potencial da integração entre ferramentas da ASC, da Educação Popular e do Processo Grupal, ancorados no conhecimento e na aplicação dos princípios norteadores da Medicina de Família e Comunidade para a produção de mudanças no processo de trabalho do profissional médico e no seu contexto de atuação. <strong>Conclusão:</strong> Ao sistematizar o processo vivido e confrontá-lo com a teoria da implicação do sujeito vieram à tona aspectos do fazer médico na APS que de outra forma permaneceriam restritos e implícitos no modo de Ser Médico de Família e Comunidade. A narrativa propõe questionamentos quanto ao impacto do desse fazer médico sobre a saúde das populações, individual e coletivamente e sobre o próprio profissional enquanto ser humano passível de adoecimento e dotado de infinitas potencialidades. Caminhos possíveis e as possibilidades de mudança e superação do modelo médico-assistencialista hegemônico e vigente foram propostos a partir desta narrativa plena de signos e significados.</p> 2019-11-04T15:47:42+00:00 Copyright (c) 2019 André Cordeiro Marques https://www.rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/1800 Vacinação contra o vírus do papiloma humano à luz da prevenção quaternária 2019-11-04T19:00:43+00:00 Miguel Pizzanelli miguelpizzanelli@gmail.com Marc Jamoulle marc.jamoulle@gmail.com <p>Apesar dos benefícios demonstrados, a questão da vacinação massiva contra o HPV ainda está sujeita a intensas discussões e controvérsias. A proteção contra o câncer ainda não está comprovada e precisa de mais tempo para ser precisa sobre a quantificação da redução do câncer do colo do útero. A análise da relevância da vacina contra o HPV é muito complexa devido a vários níveis sobrepostos que devem ser considerados. Os autores analisam muitas das questões éticas, sociológicas, econômicas, políticas e, finalmente, científicas envolvidas nesta análise. A confiança da população nas vacinas foi afetada devido às práticas duvidosas de muitas empresas farmacêuticas. Diante dessa manipulação de informações em escala global, clínicos gerais, família e comunidade se organizaram para lutar contra a incerteza. A prevenção quaternária, conceito apoiado pela Organização Mundial de Médicos de Família, defende a aplicação de procedimentos eticamente aceitáveis nos cuidados médicos. Este artigo de opinião aborda algumas das múltiplas dimensões envolvidas para incentivar a reflexão sobre esta questão. </p> 2019-11-04T16:01:03+00:00 Copyright (c) 2019 Marc Jamoulle, Miguel Pizzanelli